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Cooperativas ligadas ao Sicoob fortalecem o negócio por meio do investimento social privado

27 de Dezembro de 2017
Instituto Sicoob

Dois mil e dezessete foi o primeiro ano em que todas as singulares paranaenses conquistaram o Selo Cooperativa Amiga da Comunidade. De acordo com a supervisora de projetos do Instituto Sicoob, Júlia Fagan, isso ocorreu porque, grande parte das cooperativas ligadas ao Sicoob Unicoob compreenderam que as atividades realizadas em prol da comunidade deixaram de ser pontuais e assistenciais e, passaram a – também – gerar valores e resultados para a própria cooperativa. “A princípio, quando lançado em 2010, o Selo tinha como objetivo estimular as cooperativas a desempenharem iniciativas focadas no fortalecimento da comunidade onde o Sicoob está inserido. Contudo, percebemos que hoje a certificação já está melhor alinhada ao movimento de investimento social estratégico, gerando valor e consolidando o propósito do cooperativismo de crédito”, aponta Fagan.

É o que descreve a presidente do Conselho de Administração do Sicoob Meridional e Conselheira de Administração da Central Unicoob, Solange Pinzon, que elenca a prioridade no investimento dos programas do Instituto Sicoob e detalha como esta relação com a comunidade tem fortalecido a marca, estreitado laços em sua região e por consequência ampliado os negócios de sua cooperativa de crédito. “Sentimos que as ações sociais que executamos em nossas cidades tem fortalecido muito a marca Sicoob e especialmente nosso modelo de negócio – o cooperativismo –, por meio da participação cada vez maior do público envolvido, de comentários espontâneos de autoridades, de cooperados e não cooperados e, especialmente, da imprensa que nos tem brindado com excelentes reportagens e espaços”, explica.

Para o consultor, palestrante e idealizador da plataforma Liderança Sustentável, Ricardo Voltolini, o investimento social privado vai além de cumprir com ações de cunho social, significa responsabilizar-se com o que há em seu entorno enquanto companhia, planejar o seu investimento e participar ativamente da gestão de causa monitorando progressivamente o seu impacto. Ainda segundo o consultor, institutos e fundações são, na verdade, centros de conhecimento e banco de pessoal capacitado em relacionamento com comunidades. “Estamos falando de sustentabilidade e em tempos como esses, onde o consumidor opta por marcas que alinham o seu empreendimento com práticas sustentáveis, as organizações podem ser parceiras bastante estratégicas no esforço de inserir os pilares sociais e ambientais na gestão dos negócios”, conclui Voltolini.

Este ano, o Instituto Sicoob impactou mais de 98 mil pessoas por meio de programas e projetos fundamentados no quinto princípio do cooperativismo, educação, formação e informação. Foram mais 1.300 professores de 215 escolas dos estados do Amapá, Pará, Paraná e Rio de Janeiro, capacitados pelo Cooperjovem. Dezessete Cooperativas Mirins fundadas com a participação de 587 crianças e adolescentes. Trabalhado em 354 escolas, a sétima edição do Concurso Cultural atingiu mais de 28 mil alunos nos quatro estados de atuação. Destaque também para a nova metodologia de Educação Financeira recomendada pela ENEF (Estratégia Nacional de Educação Financeira), o programa Se Liga Finanças que, em menos de um ano, certificou mais 655 jovens de 11 municípios. “Estamos empenhados na criação de valor compartilhado a partir do Investimento Social Estratégico. O que significa que, ao mesmo tempo em que podemos gerar benefícios significativos para as comunidades, também podemos e somos capazes de pavimentar o sucesso e a evolução do sistema cooperativista financeiro sob a chancela da marca Sicoob que, a cada ação do Instituto, torna-se mais conhecida, compreendida e admirada pelo público beneficiado”, elucida o presidente do Instituto Sicoob, George Hiraiwa.



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